Por Rosemeire Moreira, Atuante há 09 anos na área de RH, Especialista em Gestão de Pessoas por Competências, Palestrante e Analista Comportamental
Se ano passado foi o ano do teletrabalho, o ano vigente se identificou a possibilidade do trabalho híbrido e atualmente essa nova modalidade vem com tudo já que garante diversos benefícios como o melhor controle sobre a vida pessoal e profissional, menos desgaste, economia de tempo e deslocamento, aumento de produtividade sem perder a conexão presencial.
Mas assim como existem várias vantagens do modelo híbrido de trabalho, existem pontos que o tornam mais desafiadores e isso precisará ser muito bem avaliado e trabalhado nas empresas.
Já podemos destacar alguns desafios como a não regulamentação pela legislação trabalhista já que a Reforma Trabalhista regulamentou o home office mas não especificamente o modelo híbrido, segurança física e psicológica da equipe, infraestrutura, comunicação, etc…
Outra questão que deve ser considerada é que alguns profissionais, que em algumas empresas representam grande parte do time, foram contratados no modelo de contrato home office e as suas localidades não são compatíveis com a sede da empresa.
Isso pode prejudicar todo o fluxo do modelo híbrido e também pode fazer com que a empresa perca essa mobilidade e flexibilidade na hora de buscar e encontrar talentos.
As empresas precisam investir em ações para engajamento dos colaboradores, comunicação clara e assertiva, treinamentos para lideranças lidaram com essas constantes mudanças, alinhamento de condições de trabalho sem perder a visão flexível que a pandemia nos trouxe.
Falando em mudanças, se tem uma coisa essencial para o trabalho hibrido é a capacidade de inovação, a disponibilidade de aprendizado e evolução. Tudo pode ser construído e reconstruído desde que tenhamos um olhar voltado para as pessoas que sustentam o resultado global.
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